Depois de eu nascer e crescer um pouquinho, mostrei logo interesse pela música. Ingressei na Rio Música aos 16 anos – escola do professor Sergio Benevenuto, que formou muitos dos músicos da cena carioca nos anos 80. Ali estudei também com o Carlos Almada, o Toninho Monjardim (que em paz descanse) e o Dario Galante. Comecei, como quase todo músico, com banda com amigos da escola mesmo e fiz meu début profissional em 1989, na canção Curumim do cd "Djavan" (conhecido por "Oceano").

Sergio

Almada

Toninho

Dario

 
Comecei a gravar e a me apresentar com vários artistas

Gal Costa, Elba Ramalho, Ivan Lins, Dominguinhos, Sandra de Sá, Mart'nália, Marcus Miller, Caetano Veloso, Luizão Maia, Maria Bethania, Al Jarreau, Jair Oliveira, Max de Castro, Batacotô, Arthur Maia, Luciana Mello, Preta Gil, Jorge Vercillo, Paula Lima, Pedro Mariano, Zélia Duncan, Paulinho Moska, Maurício Manieri, Marisa Monte, Eduardo Luke, Celso Viáfora, Luis Felipe Gama & Ana Luiza, Juliana Amaral, MV Bill, Inimigos do Rei, Kid Abelha, Tony Garrido, Zé Ricardo, Alcione, Armandinho, Daniel Gonzaga, Jay Vaquer, Paulo Moura e a família: os irmãos Max e João Viana e Djavan.

Tenho dois cds: Livro-Mãe, de 2001, e O Amor É O Oposto do Medo, de 2014; este último,  feito em Angola quase inteiramente e contando com a participação de vários artistas angolanos que já figuravam no meu imaginário desde que meu pai esteve pela primeira vez no país e trouxe de lá sons, nomes, poemas. 

 

Vivi em Angola de 2003 a 2006 e trabalhei como cronista, escrevendo semanalmente para o jornal mais importante do país (Jornal de Angola) e mantendo um programa de rádio na estatal RNA. Abri um espaço cultural no restaurante Espaço Bahia, palco de  inúmeros programas culturais, com ênfase absoluta na produção nacional, recebendo os maiores artistas do país e dilatando as possibilidades de acesso à cultura tanto para artistas quanto para público. 

A

N

G

O

L

A

Meu retorno em 2006 ao Brasil me pôs definitivamente na trilha de um amor tão antigo quanto a música: o conhecimento. Retomei a faculdade de Filosofia e me especializei em Logoterapia. Frutos diretos desse movimento são a criação de uma abordagem para melhorar o encontro de sentido no mundo público e corporativo, Inteligência Ética; fiz palestras e consultorias sobre o tema em várias cidades do Brasil.

ABLAE (Associação Brasileira de Logoterapia e Análise Existencial), surgiu do encontro com logoterapeutas de todo o país. Fui sua Primeira-Secretária no biênio 2010-2012.

 
 

Fundei o CEM – Centro de Estudos da Multipolaridade, um instituto de educação, cultura e pesquisa, em 2015. Nossa principal ocupação no CEM é pensar o Brasil de forma autóctone, nos dando liberdade para escolher nossas fontes de inspiração e criar, deste modo, uma explicação brasileira de mundo.

Realizando uma profunda aspiração, ingressei em 2016 num programa de estudos rabínicos do Seminario Rabínico Latinoamericano Marshall T. Meyer, de Buenos Aires, um dos principais do mundo, com o intuito principal de me tormar uma biblista, pois entendo a Bíblia não apenas como fonte de religiões, mas, acima de tudo, como uma vasta biblioteca que registra um conjunto de conhecimentos da humanidade. Nesta direção, tenho ministrado cursos e palestras diversos sobre o tema, tanto no meu instituto como fora dele.

 

Tenho participado de uma nova iniciativa na cidade de São Paulo, o Beit Midrash Massoret, que tem por intuito dinamizar tanto o estudo quanta a prática judaica. Lá eu atuo de formas diversas, ora oficiando oficio o serviço religioso, ora dando aulas, ora congregando, sempre aprendendo.

 
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Acauã Novais, Chilala Moco, Marcílio Godoi, Mari Bonfanti, Mariana Álvarez, Naif Nogueira

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